A VERDADE IRRESISTÍVEL DO AMOR DE DEUS

“A princípio, eu cria que a aceitação de um Deus de amor implicasse numa pequena mudança de atitude, suficiente, mas relativa. Afinal de contas, estava nos lábios de tanta gente. Quanto mais eu trabalhava nisto, mais percebia que a aceitação por fé do amor incondicional de Deus revelado por Jesus era não apenas tremendamente significativa, mas exigia 9e fomentava) uma grande mudança de atitude; uma mudança que temos de Deus e de nós mesmos. Quão radicalmente se refaz a imagem que temos de Deus se levarmos a sério que Ele nos ama profundamente! Quão radicalmente precisamos reconstruir nossa própria autoimagem em nos aceitarmos como amados – profundamente, apaixonadamente e incondicionalmente – por Deus!

“Pois mais bem-aventurado é aquele que se expõe a uma existência transcendente da graça de Deus. E mais bem-aventurado não são os iluminados, dos quais cada pergunta foi respondida e que se deleitam nos lampejos de sua aguçada percepção, os maduros e prontos a quem resta somente a ação de cair da árvore, são antes os perseguidos, os assediados por dúvidas que devem diariamente se ver diante dos mistérios divinos, incapazes de resolvê-los.

“Bem-aventurados são esses pobres de espírito, esses a quem lhes falta certa esperteza, esses bobos, pois estes são resilientes. Como filhotes de cachorros que não tiram os olhos da mão de seu mestre, para ver se talvez lhes lançará algum bocado de seu prato, assim também, cuidadosamente, os miseráveis que se reconhecem como tal seguem o comando divino de escutar e seguir o vento (onde quer que sopre), mesmo quando muda de direção.

“Pois a graça de Deus é despretensiosa, e os pobres se satisfazem com pequenos dons, pois estes podem livremente escolher enriquecer escapando furtivamente para o ceticismo e para o intelectualismo, agarrando-se à uma vida estéril. Ou, com espanto radical permanecer corajosamente de pé numa fé rendida à verdade de que são amados, absorvidos pela fúria arrojada e intensa que se chama amor de Deus.

“É sempre mais fácil cair; há um número infinito de ângulos para levar alguém à queda, mas apenas um para mantê-lo de pé. Cair do amparo divino é um fato racional, lógico, óbvio e sem graça. Evitá-lo é uma estonteante aventura. Enquanto as monótonas teorias, heresias, modismos e filosofias engatinham, ficam de pé e caem prostradas, a furiosa verdade cambaleia, mas segue de pé.”

Adaptado de: O anseio furioso de Deus, de Brennam Manning

    • hiltongil
    • 27 setembro, 2011

    
    “A princípio, eu cria que a aceitação de um Deus de amor implicasse numa pequena gente.

    Quer dizer que se “um monte de pessoas” começasse a comer merda deveríamos supor que merda é bom? Convenhamos, o “senso comum” é a verdadeira falta de “bom senso”.

    Quanto mais eu trabalhava nisto, mais percebia que a aceitação por fé do amor incondicional de Deus revelado por Jesus era não apenas tremendamente significativa, mas exigia (e fomentava) uma grande mudança de atitude; uma mudança que temos de Deus e de nós mesmos.

    Olha é preciso muita fé para acreditar que deus (se existisse é óbvio) nos demonstrou amor incondicional através de jesus (se existisse é claro). Com certeza essa fé de que se fala é significativa, e realmente ela deve exigir e fomentar uma grande mudança de atitude! Mudança esta que implica no aniquilamento de qualquer capacidade de raciocinar! Uma lobotomia com certeza é uma mudança muito menor do que a blindagem que essa fé cria. Desde quando entregar o filho para ser morto é uma prova de amor? Caralho! Eu nunca teria filhos com uma mulher que pensasse dessa forma.

    Quão radicalmente se refaz a imagem que temos de Deus se levarmos a sério que Ele nos ama profundamente!

    Vou usar a mesma frase alterando apenas uma palavra para demonstrar como ela é totalmente sem sentido! Aliás, só faz sentido para quem tem MUITA, mas MUITA fé: “Quão radicalmente se refaz a imagem que temos de um PSICOPATA se levarmos a sério que Ele nos ama profundamente!”. Claro que no lugar de Psicopata poderíamos colocar qualquer outra como Ditador, Assassino, etc.

    Quão radicalmente precisamos reconstruir nossa própria autoimagem em nos aceitarmos como amados – profundamente, apaixonadamente e incondicionalmente – por Deus!

    Com certeza eu não quero ser amado (se é que se pode assim definir o significado dessa palavra) da forma como deus (se existisse) amou seu filho e as pessoas desse mundo. Alguém que supostamente tem o poder para fazer cessar qualquer mal e nada faz. O significado que a palavra amor tem para mim é completamente antagônico ao significado demonstrado pelo mito judaíco.

    “Pois mais bem-aventurado é aquele que se expõe a uma existência transcendente da graça de Deus.

    Eu adoro o jeito como os crentes (lato senso, no sentido de todo aquele que crê) se auto-refutam. Se Deus é tudo, se ele é a “causa primeira” nada poderá transcendê-lo, nem transcender nada que viesse dele. Mas ignorando tudo isso surge esse conceito de “bem aventurado” esses problemas de lógica não deveria existir em uma história coesa e real.

    E mais bem-aventurado não são os iluminados, dos quais cada pergunta foi respondida e que se deleitam nos lampejos de sua aguçada percepção, os maduros e prontos a quem resta somente a ação de cair da árvore, são antes os perseguidos, os assediados por dúvidas que devem diariamente se ver diante dos mistérios divinos, incapazes de resolvê-los.

    Ai ai ai… eu fico sem saber de onde sai essas pérolas. Tipicas palavras do culto ao fracasso. Nietzsche tratou de destroçar a doutrina do “coitadismo”. O Cristianismo foi a religião que tentou subverter os valores. Onde o mais alto, o mais forte, o mais desenvolvido, o mais capaz era o mais inferior, o menos desenvolvido, era aquele para qual o verdadeiro “reino” não estava reservado. Isso é um belo discurso político para quem quer comandar a massa ignara! Nada mais! Ademais não há sequer uma única fundamentação que leve a concluir que essa afirmação está correta.

    “Bem-aventurados são esses pobres de espírito, esses a quem lhes falta certa esperteza, esses bobos, pois estes são resilientes. Como filhotes de cachorros que não tiram os olhos da mão de seu mestre, para ver se talvez lhes lançará algum bocado de seu prato, assim também, cuidadosamente, os miseráveis que se reconhecem como tal seguem o comando divino de escutar e seguir o vento (onde quer que sopre), mesmo quando muda de direção.

    Com acerto foi os ensinamentos de Nietzsche quanto a tentativa de subversão de valores que o Cristianismo tentou. Aliás, só restou essa alternativa aos judeus que sempre foram um povo escravizado e dominado. Ante a incapacidade de se impor contra os outros povos lhe restou criar um mito, onde ser escravo era mais valoroso do que ser conquistador. Que absurdo.

    “Pois a graça de Deus é despretensiosa,

    Que graça? deus (se existisse) teria criado um mundo imperfeito (o que se contrapõe a ideia de um deus perfeito) expulsou o ser humano para algo pior e deixou todo mundo se ferrando. E isso é graça? Bom então os escravos que são capturados e recebem apenas um pouco de alimento em troca de trabalho escravo e desumano devem agradecer ao receberem “a graça” de seus senhores ganharem sua quota de alimento diário necessário para mantê-los vivo. De onde alguém consegue achar que deus concedeu alguma graça? E mais… despretensiosa? Fala sério. Esse ditador desgraçado castiga qualquer um que não lhe bajule! Se não rezar vai pro inferno, se pecar vai pro inferno… qualquer coisa você vai ser ferrado! Isso é despretensão? Não na minha língua. Mas como dito lá no começo… Com MUITA, mas MUITA fé as pessoas acreditam nisso! Fico feliz que esse deus não existe.

    e os pobres se satisfazem com pequenos dons, pois estes podem livremente escolher enriquecer escapando furtivamente para o ceticismo e para o intelectualismo, agarrando-se à uma vida estéril.

    Só rindo mesmo. Continua o “mimimi” de que só os fracassados são os “escolhidos” qualquer um que triunfe na vida vai viver uma vida estéril. E assim segue o lema dos fracos, dos incapacitados. Aliás, boa parte dos fiéis cristãos deve viver uma vida estéril, inclusive seu maior líder o Papa pois ele goza de muitas posses… assim como toda a elite do cristianismo. Fazer o que né.. todos devem ter escolhido o ceticismo e o intelectualismo! Que triste… eles terão uma vida estéril! Discurso mais hipócrita que esse é algo impensável!

    Ou, com espanto radical permanecer corajosamente de pé numa fé rendida à verdade de que são amados, absorvidos pela fúria arrojada e intensa que se chama amor de Deus.

    Minha família me ama, dispenso o amor do mito judaico-cristão. Aliás vamos fazer uma analogia aqui. Um completo idiota que encara sozinho e desarmado um grupo de leões também poderá receber o adjetivo de corajoso, mas também de imbecil. A coragem e a imbecilidade/estupidez são irmãs o que determina uma ou outra é o resultado da escolha: Se for bem sucessido, fostes corajoso. Se fores sobrepujado e fracassar seras imbecil/estúpido. O jogo de palavras usados nesse discurso proselitista convence APENAS AQUELES para quem o “reino dos céus” é reservado! Ou seja, como dito pelo próprio autor do texto são: “(…)os perseguidos, os assediados por dúvidas que devem diariamente se ver diante dos mistérios divinos, incapazes de resolvê-los. (…)os pobres de espírito, esses a quem LHES FALTA CERTA ESPERTEZA, ESSES BOBOS, pois estes são resilientes. (…) os e os pobres se satisfazem com pequenos dons.”

    “É sempre mais fácil cair; há um número infinito de ângulos para levar alguém à queda, mas apenas um para mantê-lo de pé.

    Mas manter-se em pé porque? Como vem sendo pregado ao longo do texto não se deve lutar para se manter em pé! O “reino dos céus” não foi feito para os que vencem, para aqueles que ficam em pé! Ele só pertence aos que fracassam! Aos derrotados! Mais uma vez o discurso se contradiz!

    Cair do amparo divino é um fato racional, lógico, óbvio e sem graça. Evitá-lo é uma estonteante aventura. Enquanto as monótonas teorias, heresias, modismos e filosofias engatinham, ficam de pé e caem prostradas, a furiosa verdade cambaleia, mas segue de pé.”

    É verdade, até hoje eu não sei porque teimo em negar o dilúvio! Em negar o heliocentrismo! Em negar o criacionismo! Afinal de contas a ciência, essa pequena muleca prepotente, só conseguiu EXTERMINAR, ACABAR, REFUTAR, ELIMINAR qualquer possibilidade do discurso bíblico ser verdade. Porque então se estressar? Ela apenas “engatinha”, enquanto ela é responsável por REALMENTE salvar vidas, operando VERDADEIROS milagres, eu tenho certeza que tudo isso só acontece porque eu e meus amigos fazemos o TRABALHO DURO de ficar rezando e pedindo para deus resolver esses probleminhas. Realmente eu como crente (lato sensu) não tenho com o que me preocupar!

    Adaptado de: O anseio furioso de Deus, de Brennam Manning

    Depois os religiosos ficam bravos quando não são levados a sério. Mas como alguém vai considerar um discurso que nega e ignora FATOS! Que tenta deturpar aquilo que não é mais possível ser deturpado? Isso já nem é mais “querer tapar o sol com a peneira” isso é defender e afirmar que o absurdo é a verdade! E quem vê virtude em tal coisa só merece ser chamado de uma coisa: Religioso!
    Att
    HGil

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