7 – DEUS É UM HOMEM?

Jesus não é Jesus somente. Se ele fosse apenas Jesus, seria uma personagem histórica, um verbete de enciclopédia, um sábio fundador de alguma religião.

Jesus é o Cristo – e com isso tudo muda. Ele foi um homem, mas um homem que poderíamos pressentir que quem o via via a Deus. De fato, se existe um lugar nesse mundo onde podemos ver Deus esse se chamava Jesus Cristo, nem na Bíblia vemos a Deus, pois a Bíblia existe por causa do que Jesus é, e não este por causa daquela! E mais que isso, em Jesus Cristo, reconhecemos a nós mesmos, pois que é Deus e quem somos nós só é revelado verdadeiramente em Jesus Cristo e com isso retira-nos da mentira para a verdade, da escravidão para a luz, da morte para a vida.

Contudo, não adianta apenas conhecer sobre Jesus Cristo, é preciso entrar em contato com ele, seguí-lo de perto, se possível imitá-lo. Não adianta eu dizer que ele é Redentor, o Salvador. É preciso dizer sim a ele. Ele vem a ti, mas se lhe virardes as costas, ele não o forçará. Por isso Cristo não está acessível ao curioso, aoi espectador, ao cientista, mas somente ao que crê.

Deus deseja sim, te governar, mas não com tirania. Ele, se quisesse, poderia fazer o que quisesse conosco, mas não nos fez autômatos, não nos obriga, antes deseja que ajamos em liberdade – e isso significa obedecer.

Jesus Cristo é aquele único homem capaz de, livremente, cumprir a vontade de Deus com amor. Se nós quiséssemos cumprir os mandamentos, apenas o faremos com esforço e, muito certamente, erraríamos mais do que acerteríamos e, mais uma vez, baixaria sobre nós a vontade de Deus sentida como ira e o sentimento de culpa tão conhecido.

Por isso Jesus Cristo anuncia o Reino de Deus, ou seja, o tempo em que, de fato, Deus governará, um tempo em que seus filhos obedecerão seu querer. Com Jesus Cristo inicia-se o período de Reinado de Deus. Somente através dele encontramos verdadeira liberdade, porque livre não é o cidadão que infringe as leis, mas aquele que as cumpre. E se dissermos não a Deus, permanecemos escravos de nosso próprio eu, não tendo paz conosco mesmos.

Se dissemos: Jesus Cristo é o Senhor de fato temos de viver uma vida de obediência a este senhorio. Porém, mesmo agora, sinto que existe um desepero latente: não sou eu ainda humano, falível e mortal? Tudo o que de mais belo, amável, grande e feliz que experimentamos em nossa vida não é capaz de dominar o sentimento de desespero perante a morte, justamente porque, mesmo aceitando o senhorio de Cristo, ainda sou pecador!

Por isso é preciso voltar sempre, a todo momento, aos pés de Cristo, pois é somente crendo em sua ressurreição que o desepero acaba. Se desejares ter uma vida de regras e de conduta moral, acabarás confundindo as exigências de Deus com normas, regras e medidades de retidão social e estarás satisfeito consigo mesmo, mesmo que sinceramente enganado. Assim, oscilamos entre o desepero de não fazer o que Deus quer e uma falsa autoconfiança.

Em Cristo, não importa mais o que você faz, mas somente o que ele faz. Por isso ser cristão é a coisa masi difécil perante os homens, pois você não precisa fazer nada; ou melhor, não podes fazer nada. Nem penitências, nem jejuns são capazes de aliviar a consciência, o único requisito é entregar-te a Deus, confiando que ele somente pode satisfazer tanto a ti como a si mesmo. Só ele consegue isso. Não eu, nem tu, mas Deus somente opera a felicidade e a redenção de todos. Ser cristão é confiar em Deus somente, depositanto nele a fé, sabendo que é ele somente que realiza tanto o querer quanto o efetuar; o resto, é mero legalismo de nossa parte.

    • H.Gil
    • 25 novembro, 2010

    Jesus não é Jesus somente. Se ele fosse apenas Jesus, seria uma personagem histórica, um verbete de enciclopédia, um sábio fundador de alguma religião.
    Se ele existisse poderia ser alguma dessas coisas. Mas até que se prove o contrário ele não passa de um personagem da fábula bíblica.

    Jesus é o Cristo – e com isso tudo muda.
    Muda o que?

    Ele foi um homem, mas um homem que poderíamos pressentir que quem o via via a Deus.
    Não se prova sequer a existência de JC. Então não se pode afirmar que ele foi um homem (a não ser que se prove isso). E como dizer que “poderíamos pressentir que aquele que o via, via a deus?” Essa é uma opinião privada do autor sem qualquer prova que lhe embase. Aliás, quem viu deus? Se ninguém o viu, como pode ser afirmado que aquele que via JC (se ele existisse) via a deus? Tais afirmações são meras conjecturas do autor. Nada além disso.

    De fato, se existe um lugar nesse mundo onde podemos ver Deus esse se chamava Jesus Cristo, nem na Bíblia vemos a Deus, pois a Bíblia existe por causa do que Jesus é, e não este por causa daquela!
    Não há como se ver deus, ele é incompreensível para o ser humano (já foi dito isso a exaustão). A bíblia não existe porque jesus é, da mesma forma que o gibi do super-homem não existe porque ele é. Ambos (o gibi e a fábula bíblica) existem porque alguém assim o imaginou e o criou.

    E mais que isso, em Jesus Cristo, reconhecemos a nós mesmos, pois que é Deus e quem somos nós só é revelado verdadeiramente em Jesus Cristo e com isso retira-nos da mentira para a verdade, da escravidão para a luz, da morte para a vida.
    Eu não me reconheço em JC, um zé ruela cabeludo suicida! Dizer que algo é revelado VERDADEIRAMENTE é incorrer na falácia do VERDADEIRO escocês que referenciei em artigos anteriores. Tão pouco faz sentido as afirmações: “E com isso retira-nos da mentira para a verdade, da escravidão para a luz, da morte para a vida” JC não nos retira da mentira, aliás, se observar-se o conceito de mentira, poderá se concluir que JC, deus, e a fábula bíblica pregam coisas que não são verdade (aquilo que não é verdade é oque???) então, ao contrário do que sustenta o autor, a fábula bíblica afirma inúmeras mentiras, e não retira-nos dela. Se formos então falar da escravidão… O que é a religião se não a escravização das nossas vontades por meio da coação psicológica (inferno), onde o seguidor deve a sua submissão INCONDICIONAL ao deus judaico cristão, deve obediência e SERVIDÃO. Por fim, a religião nunca retirou ninguém da morte para a vida (nem os próprios religiosos) e isso é tão evidente que ao invés de ficarem rezando para curarem-se de doenças ou de acidentes eles (os religiosos) preferem ser levados aos hospitais, se submetem aos efeitos do remédios, a análise médica, todas estas criações e funções exercidas e realizadas pelo HOMEM e não por nenhum deus. Daí depois quando são salvos e/ou curados tem a cara de pau de atribuir o benefício a deus. Se eu fosse médico quando chegasse um religioso eu ia perguntar: Tu acredita que deus vai te salvar ou eu vou te salvar? Dependendo da resposta eu mandaria o crente (sentido lato sensu) para o corredor ir rezar pela sua cura.
    Contudo, não adianta apenas conhecer sobre Jesus Cristo, é preciso entrar em contato com ele, seguí-lo de perto, se possível imitá-lo.
    Eu também acho! Aconselho a todos religiosos a passarem dessa pra melhor e daí lá procurarem por JC. E mais, para isso sugiro que imitem ele. Carreguem uma enorme cruz no seu lombo sendo açoitado (dessa parte eu me encarrego é só chamar) enfie uma porra de uma coroa de espinhos da cabeça, coloque a cruz no topo de um morro, e seja lá pregado (eu também posso ajudar nessa parte), depois em um ato final seja perfurado por uma lança e seja feliz! Realmente acho que todos os religiosos deveriam seguir as palavras do autor.

    Não adianta eu dizer que ele é Redentor, o Salvador. É preciso dizer sim a ele.
    Juro que lembrei do filme “Sim senhor” com o Jim Carrier (yes, man). Diga SIMMMMM =D

    Ele vem a ti, mas se lhe virardes as costas, ele não o forçará.
    Eu também juro que pensei besteira aqui. JC irá pedir carinhosamente? =D Bom , agora falando sério. Eu faço um pacto quando JC ou deus ou qualquer outro ser bíblico aparecer para mim eu passo a aceitar a historinha bíblica. Mas só depois de eu fazer um exame psicológico que ateste que estou com plena capacidade mental

    Por isso Cristo não está acessível ao curioso, ao espectador, ao cientista, mas somente ao que crê.
    É que ele é muito tímido né! Hauuhauah Bah não dá pra acreditar que alguém acredite que isso justifique algo. Quer dizer que JC é meio preconceituoso então? Ele não vai muito com a lata dos “curiosos, do espectador, dos cientistas (deve ser por birra em razão deles fazerem mais milagres do que dizem que foi feito por JC)”.

    Deus deseja sim, te governar, mas não com tirania.
    Hahaha a tá… Ou me obedece, ou sofra a minha ira infernal!!! Isso daqui não é nada tirânico né? Só podem estar brincando né?

    Ele, se quisesse, poderia fazer o que quisesse conosco, mas não nos fez autômatos, não nos obriga, antes deseja que ajamos em liberdade – e isso significa obedecer.
    Exatamente! Ele (deus) poderia ter resolvido tudo com um estalar de dedos, mas como é muito estúpido (se tiver boa fé) ou muito sádico (se tiver má fé) resolveu matar uma galera, fazer outros sofrerem tudo sob o argumento (desculpa) de nos ensinar. E tem gente que aceita essa balela. Liberdade não significa obedecer! Tô começando a achar que o problema dos religiosos é com a interpretação de texto! Liberdade significa poder de escolha, poder de decidir. E em se tratando de vida, a liberdade é você poder discordar de algo e não ser punido por isto. Ou seja, eu posso não concordar com a pena de morte, mas nem por isso serei morto. Agora que eu não concordar com o mito bíblico eu já incorri em pecado e por isso já estou condenado.

    Jesus Cristo é aquele único homem capaz de, livremente, cumprir a vontade de Deus com amor. Se nós quiséssemos cumprir os mandamentos, apenas o faremos com esforço e, muito certamente, erraríamos mais do que acerteríamos e, mais uma vez, baixaria sobre nós a vontade de Deus sentida como ira e o sentimento de culpa tão conhecido.
    Se JC é o único capaz de LIVREMENTE cumprir a vontade de deus. O autor acabou de confessar que nós (sob a perspectiva bíblica) não somos livre (e realmente sob a perspectiva bíblica não há livre-arbítrio). Não obstante como o autor também confirma, se é certo que erraremos, e que seremos condenados, porque continuar a bajular o nosso torturador? Isso é um ato de masoquismo, é gostar de sofrer. É aceitar um sistema injusto e tirano que não nos dá chance de “nos salvar” sob a ótica bíblica a única certeza é VOCÊ SERÁ CONDENADO!

    Por isso Jesus Cristo anuncia o Reino de Deus, ou seja, o tempo em que, de fato, Deus governará, um tempo em que seus filhos obedecerão seu querer.
    Quer dizer que antes de JC anunciar (seja lá o que for) deus não governava?

    Com Jesus Cristo inicia-se o período de Reinado de Deus. Somente através dele encontramos verdadeira liberdade, porque livre não é o cidadão que infringe as leis, mas aquele que as cumpre. E se dissermos não a Deus, permanecemos escravos de nosso próprio eu, não tendo paz conosco mesmos.
    Os nazistas cumpriam as leis do nazismo, isso era bom? Não se pode conceber que liberdade seja tão só o cumprir ou não cumprir leis. Liberdade é um conceito muito maior. Nunca parei para traçar um paralelo, mas arrisco-me a afirmar que a religião é um obstáculo à liberdade, eis que ela impõe que você a obedeça sem questionar. Que aceite sem questionar. Qualquer relação em que só há um lado prevalecente não há como se pensar em liberdade.

    Se dissemos: Jesus Cristo é o Senhor de fato temos de viver uma vida de obediência a este senhorio. Porém, mesmo agora, sinto que existe um desespero latente: não sou eu ainda humano, falível e mortal? Tudo o que de mais belo, amável, grande e feliz que experimentamos em nossa vida não é capaz de dominar o sentimento de desespero perante a morte, justamente porque, mesmo aceitando o senhorio de Cristo, ainda sou pecador!
    Mas sempre haverá desespero por parte dos religiosos. Como não haver desespero quando se está em um sistema de regras e leis onde previamente já se está condenado? É evidente que esses desespero é decorrente da própria crença que impõe que se busque eternamente um perdão, já sabendo-se de antemão que irá ser condenado.

    Por isso é preciso voltar sempre, a todo momento, aos pés de Cristo, pois é somente crendo em sua ressurreição que o desespero acaba.
    Não entendo essa mania de submissão dos religiosos. Querem sempre estar ao pés.. estar suplicando… estar de joelhos… de início uma relação respeitosa de dá de uma postura digna, não de um ato de humilhação. E essa história de desespero, acho que seria mais eficaz a procura de um psicólogo do que a busca em uma crença onde você será condenado ainda que não faça nada.

    Se desejares ter uma vida de regras e de conduta moral, acabarás confundindo as exigências de Deus com normas, regras e medidades de retidão social e estarás satisfeito consigo mesmo, mesmo que sinceramente enganado. Assim, oscilamos entre o desespero de não fazer o que Deus quer e uma falsa autoconfiança.
    O que coloca o religioso nessa situação de desespero que tanto fala o autor, é essa necessidade que ele tem de agradar e cumprir todas as regras divinas. Ele nem ao menos se preocupa em verificar se deus existe, se essas regras foram criadas por deus, o que acontecerá se não seguir essas regras. Ele partindo da presunção de que existe um deus, tem por verdadeiro todo o subsequente. Por sinal, depois de ficar constantemente falando em desespero me pergunto qual o benefício de se ter uma religião assim? Ela não trás nenhum benefício e apenas prejudica o seu seguidor. Não vejo razão para cultuá-la.

    Em Cristo, não importa mais o que você faz, mas somente o que ele faz. Por isso ser cristão é a coisa mais difícil perante os homens, pois você não precisa fazer nada; ou melhor, não podes fazer nada.
    E qual o benefício disso?

    Nem penitências, nem jejuns são capazes de aliviar a consciência, o único requisito é entregar-te a Deus, confiando que ele somente pode satisfazer tanto a ti como a si mesmo.
    Mas afinal de contas aliviar a consciência do que? O único que fez bosta até o momento foi o deus que os cristão cultuam. Mas ainda assim quem fica com a consciência pesada é os seus seguidores? Deveriam ficar mesmo, pois cultuar um deus desses é no mínimo bizarro! E mais, porque se pede que se confie em deus? Pois, ao pedir que se confie, automaticamente já está se pressupondo que talvez ele não seja eficaz. Ou seja, os próprios seguidores do deus judaico cristão não confiam nele. Mas ainda assim o defendem. Por isso os filósofos apontam a religião como algo irracional.

    Só ele consegue isso. Não eu, nem tu, mas Deus somente opera a felicidade e a redenção de todos..
    Sou feliz eu não preciso do deus judaico cristão. Assim como os muçulmanos, como os indianos, como todos os pagãos. Então já está eliminado mais uma falácia asseverada pelo autor. E mais, eu não devo redenção nenhuma a ele, pois (se ele existisse) o único culpado por tudo ter saído errado era ele mesmo, pois foi ele que criou tudo. Se minha criação saiu defeituosa não há como se atribuir a culpa disso a ela mesma. E a responsabilidade de deus (se ele existisse) seria agravada pelo falo de ele dizer-se: omnisciente, omnipresente e omnipotente. Ou seja, alguém que se diz perfeito NÂO PODE ERRAR.

    Ser cristão é confiar em Deus somente, depositando nele a fé, sabendo que é ele somente que realiza tanto o querer quanto o efetuar; o resto, é mero legalismo de nossa parte.
    Ser cristão é acreditar no conto da carochinha. É aceitar uma fábula absurda tomando-a como verdadeira sem analisá-la. É agir de forma imprudente aceitando como verdade algo que sequer consegue se provar. É ser irresponsável, pois, mesmo não sabendo se aquilo é verdade ou não, se propaga para outras pessoas no intuito de levá-las a também seguir essa ideia. E daí me pergunto o como ficara a consciência dessas pessoas se a ciência demonstrar a inexistência de um deus? Será que os cristão sentiram vergonha de ter defendido uma mentira? Ou eles vestiram a camisa dessa mentira defendendo-a até a morte? Será que o Papa, as igrejas irão devolver todo o dinheiro de que se apropriaram indevidamente sob um argumento mentiroso? Ou todos eles irão continuar a defender até a morte como sendo verdade para poder continuar gozando do dinheiro arrancado dos idiotas que seguiram aquela fábula? Como irão se comportar afinal?

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